quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Enquanto isso....

Passei aqui pra dizer que quando der meia noite vocês terão uma surpresa....Um conto novo...Sangue, morte...Sangue....

sábado, 14 de setembro de 2013

A HORA DOS LOBOS, EM BREVE ;)

Olá, caros  leitores.
Um tempão que não escrevo aqui, né?
Mas dane-se o importante é que estou de volta.Porém, o motivo de estar aqui não é para falar sobre a minha volta e sim a segunda temporada de A Hora dos Lobos e a conclusão de Crônicas Vampirescas.
A Hora dos Lobos foi salva graças a um comentário anônimo que recebi aqui no blog. E queria agradecer muito a essa pessoa porque eu fiquei muito animado ao lê-lo.Isso me motivou muito a continuar a escrever.
Obrigado! :)
A Segunda Temporada de A Hora dos Lobos irá estrear na primeira semana de Outubro-- quando estiver perto do dia  aviso. 
Eu a já estou escrevendo e modéstia parte , está eletrizante.
Já crônicas Vampirescas ainda falta alguns capítulos para ser finalizar. Então sejam pacientes,ok?
Bom, esse post só foi pra dizer que não estou morto e que em breve retornaremos a anormalidade.
Grato :)
E ao anonimo que escreveu o comentário, muito obrigado!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O ESTRIPADOR


Mel voltava da faculdade. Cursava jornalismo. Amava tanto aquele curso, que não perdia um só dia. E porque também faltava apenas seis meses para terminá-lo.
Antes mesmo de acabá-lo, já procurava estágio em um grande jornal da cidade. Queria deixar o quanto antes aquele emprego como garçonete, na parte da manhã que só aceita, porque tinha que pagar a mensalidade da meia-bolsa que tinha.
Quem visse       Mel, diria se tratar duma super modelo, pois era magra, alta, cabelos loiros dona olhos verdes expressivos, que chamavam muito a atenção dos rapazes da faculdade.
Porém, ela não queria namorar, pelo menos, não enquanto não terminasse a faculdade e estivesse com um emprego garantido.
Era uma mulher independente, que não gostava de viver à custa de terceiros. Raramente, quando tinha encontros , ela fazia questão de dividir a conta, mesmo se o rapaz num repentino e oportunista lapso de cavalheirismo insistisse em pagar totalmente a conta.
O pior de se estudar a noite eram os perigos que ela escondia, sobretudo, quando se é uma mulher.
Ouvira muitos casos ultimamente no noticiário local, sobre ataque a mulheres, que subitamente eram atacadas por um maníaco de canivete.
O tec-tec de seus saltos furava o silêncio da noite, espantando gatos vadios que acabavam de abocanhar gordos ratos.
Se ela soubesse não teria ido de salto, não mesmo...
                                                ***
Virou a esquina e entrou numa ruazinha vazia e silenciosa, sinistra...
Havia algo no ar que ela não conseguia distinguir. Uma atmosfera tensa... Tão tensa que fez com que o seu corpo se arrepiasse por completo...
-Bobagem... —disse para si e continuando caminhar....
***
Quando estava prestes a deixar aquela rua escura, algo atrás da pobre garota moveu-se tão depressa que esta mal teve tempo de ver o que a atingia.
Dor.
Apenas dor.
Era o que sentia.
Tentou se erguer do chão, porém uma dor lancinante nas costelas não lhe permitiu que o fizesse.
Fechou os olhos, puxou o ar com força e tentou ergue-se novamente. Porém, assim como antes não conseguiu. Encolheu-se dolorida.
Permitiu-se abrir os olhos para tentar localizar seu assassino.
Botas.
A única coisa que conseguia ver eram botas. Um par de botas marrom, de couro.
Começou a chorar porque sabia que não mais viveria. Lágrimas lhe brincaram pela bochecha até atingir o chão.
Algo molhava a sua roupa?
Sim, molhava.
Sangue...
Tentou se virar para implorar por sua vida, quando a lamina do assassino num golpe rápido e suave lhe corta jugular...
E em pouco,em pouco o brilho que continha a chamada vida foi se apagando.A última coisa que vira fora a cara de prazer do assassino...



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Motivos porquê não voltei a escrever:

  1. Preguiça.
  2. Bloqueio.
  3. Falta de leitores.

Atitude a ser tomada:BOTAR MEU QUERIDO CÉREBRO PARA FUNCIONAR.
PS: Espero que isso passe logo...

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Sem Net

Ficarei sem net por alguns dias. É que estou trocando de net,então ficarei sem postar durante alguns dias (novidade,né?), mas prometo que assim que tiver uma conexão um pouco melhor, postarei com mais regularidade.:D
Bjokas!

domingo, 23 de junho de 2013

CRÔNICAS DE UM VAMPIRO - 4

desenhos de eva
4. Olá, meu nome é Eva.
 
Na noite seguinte, cheguei ao pub e me deparei com um cheiro diferente.
Sei que isso é algo meio idiota a ser dito por um vampiro que trabalha num pub badalado, mas o cheiro era completamente diferente dos quais já pude experimentar nos anos que ali trabalhei.
Era um cheiro de flores, misturado com uma pitada de alguma essência marina. Ou seria melhor dizer que pela primeiríssima vez, não saberia dizer que cheiro era aquele.
Não sabia o que dizer, isto é, como classificá-lo.
O mais importante era que eu estava ali e iria desvendar a quem pertencia tal cheiro.
-Gaé, vem cá. —sussurrou Leonardo me chamando para perto dele, perto do balcão quão ele ficava recebendo as pessoas, anotando pedidos. —Você não vai acreditar!—disse exultante.
-O que foi?
-Eva.
-Oi?
-Eva. Nova. Funcionária. Aqui. Gostosa. —respondeu ele quando percebera a minha cara de questionamento.
-O que?
Leonardo iria me responder só que somos interrompidos, pois Eva acabava de aparecer.
-Oi garotos...
-Eva-va... Ah, esse daqui é o Gaé, digo, Gael, ele é um dos funcionários daqui— falou ele babando, não desgrudando um minuto sequer de Eva.
-Olá, Gael. Como vai?—cumprimentou ela, estendendo sua mão direita.
-Tudo bem...
Quando minha mão encostou-se na dela, algo surpreendente acontecera. Um arrepio cortou todo o meu corpo como se recebesse uma descarga elétrica. Olhei pra cara dela: cabelos longos negros e cacheados; rosto oval e pálido como o resto de seu corpo; olhos verdes marcados por delineador forte e uma boca em formato de coração sedutora marcada por batom vermelho...O mais impressionante era que aquele rosto não me era estranho...
-Tudo bem mesmo?—perguntou ela quebrando aquele estado de remember time em que me encontrava.
-Tudo. —disse largando a mão dela. Ela sorria abertamente e depois começou a rir.
-Vou lá papear com a “Ieta”—falou desmanchando em risos indo na direção cozinha.
- Gaé, você precisava ver a sua cara quando vocês se cumprimentaram... Parecia um bobo!
-É?
-Sim... —respondeu. —Ai!—gritou depois de eu ter-lhe desferido um soco.
***
-Gostou da garota nova?—perguntou Amanda.
-É...
-Vamos, cara, diga a verdade!Gostou ou não?
-Gostei, mas...
-Sei, ela pode parecer uma doida varrida uma porra louca e tudo o mais... —falava Amanda enquanto ia crestando os hambúrgueres na chapa.
-Você gostou dela?
-Sim. Se fosse “homo” ou “bis”, pegava ela sem pensar duas vezes.
-Sério?
-Sério.
 Começamos a rir.
Cessado os risos pergunto:
-Ela é o que da Marieta?
-Ela havia me dito que era sobrinha ou filha de uma prima dela, alguma coisa do gênero.
-E você sabe o que ela veio fazer aqui?
-Ela disse que ela veio para cá por algo muito importante e que estava morta de saudade de Marieta.
-Saudades da Marieta?—pergunto assustado.
-Para você ver em que situação o mundo se encontra. Para alguém ter saudade daquele demônio precisa-se ser um tanto desajustado, não acha?—disse fazendo movimentos circulares com o indicador próximo das têmporas.
-Sim, acho—disse caindo no riso.
 Passei o dia inteiro pensando na Eva. Aquele rosto não me era estranho...
CONTINUA